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quarta-feira, 9 de setembro, 2026

Presidenciáveis marcam 7 de Setembro com atos, discursos e propostas

Candidatos à Presidência da República movimentaram a segunda-feira (7), feriado da Independência do Brasil, com agendas que incluíram desde atos públicos em alusão à data até entrevistas e visitas estratégicas. As atividades refletiram as prioridades e propostas de cada concorrente ao Palácio do Planalto.

Clariana Barão (DC) concedeu entrevista ao canal Bacci Notícias TV e participou de um ato na Avenida Paulista. A candidata enfatizou a necessidade de maior representatividade feminina em cargos de liderança, argumentando que países com mais mulheres no poder apresentam menor índice de corrupção e empresas lideradas por elas tendem a ser mais lucrativas.

Edmilson Costa (PCB) cumpriu agenda da secretaria-geral do partido em Lisboa, Portugal.

Flávio Bolsonaro (PL) esteve presente em um ato na Avenida Paulista, em São Paulo, onde criticou ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele declarou que, caso eleito, trabalhará para restaurar a credibilidade do Judiciário e propôs classificar facções criminosas como narcoterroristas. Bolsonaro também defendeu a redução da maioridade penal, a castração química para estupradores e penas mais severas para o roubo de celular, afirmando sua intenção de ser um presidente “radical” nessas pautas e cuidar do povo. Prometeu ainda reduzir juros, melhorar o atendimento do SUS e capacitar jovens para o mercado de trabalho.

Hertz Dias (PSTU) participou do Grito dos Excluídos em Cajamar (SP), defendendo os direitos trabalhistas, o controle público dos recursos naturais e a soberania nacional. Ele ressaltou a importância de o Brasil não se manter subordinado aos interesses de potências estrangeiras.

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não realizou atividades públicas de campanha.

Renan Santos (Missão) participou de um ato no Obelisco do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, e defendeu o endurecimento das punições para ministros do STF, incluindo o afastamento e a prisão.

Romeu Zema (Novo) realizou um ato na Avenida Paulista, em São Paulo, e defendeu mudanças no processo de indicação de ministros para tribunais superiores. Ele propôs que, se eleito, indicará nomes com mais de 60 anos, com sólida formação acadêmica e maior participação de instituições jurídicas na seleção.

Ronaldo Caiado (PSD) cumpriu agenda em Goiânia (GO), acompanhando o desfile do Dia da Independência. Caiado destacou a necessidade de o país avançar no combate ao crime organizado e afirmou que, caso eleito, adotará medidas rigorosas para enfrentar a criminalidade, buscando garantir que os cidadãos se sintam seguros para viver e trabalhar.

Rui Costa Pimenta (PCO) participou do ato Grito dos Excluídos em São Paulo (SP). Ele defende a implementação da escala móvel de salários, a redução da jornada de trabalho para 35 horas semanais e a Petrobras como empresa 100% estatal.

Samara Martins (UP) visitou a Ocupação Welfesom Alves, em Belém (PA), e participou de um ato com apoiadores. Martins declarou que um país independente deve garantir a dignidade de seu povo, com acesso à alimentação e que sua produção sirva aos cidadãos.

Wilson Grassi (Democrata) divulgou uma mensagem em vídeo em alusão aos 204 anos da Independência do Brasil, defendendo o fim dos maus-tratos aos animais, a criação de uma política nacional de proteção animal e o controle de zoonoses, além da ampliação de hospitais veterinários públicos para famílias de baixa renda.

Augusto Cury (Avante) participou de um ato em Copacabana, no Rio de Janeiro. Caso eleito, Cury promete financiar 10 milhões de microempresas em comunidades e criar o “Banco do Empreendedor e uma Escola do Empreendedor” nas escolas públicas, buscando especialistas para governar a nação e superar a polarização política.